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16/05/2019 10:43

Assessoria de Imprensa e os novos paradigmas da comunicação


São Paulo, São Paulo--(DINO - 16 mai, 2019) -
A Unipress, fundada em 1971, foi pioneira como atividade nos moldes que se conhece hoje em dia. Divulgava novidades da Volkswagen e dava acesso aos seus porta-vozes.


Poucas atividades humanas foram tão impactadas, nos últimos 50 anos, como aquelas relacionadas à comunicação. E o jornalismo, seja aquele exercido do lado de dentro ou de fora das redações, conheceu mudanças sucessivas (e rápidas) no modo de ser produzido.


A percepção dessa realidade encontra referência clássica no filósofo canadense Marshall McLuhan, que em meados dos anos 60 publicou o polêmico “Os Meios de Comunicação como Extensão do Homem”, onde foi cunhada a expressão “o meio é a mensagem”.


McLuhan sustentava que o mais importante não é o conteúdo da mensagem, mas o veículo através do qual a mensagem é transmitida. Anos depois, a revolução dos meios foi muito além, com a explosão do mundo digital e virtual.


Regras do jogo


A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão, no Brasil, instituída no governo Costa e Silva, contribuiu para a proliferação de cursos de jornalismo. Até 1970, o Brasil contava com apenas 18 cursos de graduação nesta área. Em 2010, esse número chegou a 317, conforme estudo apoiado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).


De acordo com o Inep, mais de 326 mil pessoas se matricularam no curso de jornalismo, entre 2009 e 2015. No entanto, apenas 53,5 mil concluíram a graduação. Em 2013, foram ofertados 67.305 postos de trabalho. Mas em 2015 as vagas formais regrediram para 62.577, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). O enxugamento das redações e a consequente demissão de jornalistas segue ascendente.


Jornalismo empresarial


O desenvolvimento industrial brasileiro, turbinado pela cadeia produtiva em torno das montadoras de automóveis, despertou atenção e ganhou peso nas editorias de economia e negócios. O volume crescente de conteúdos, relacionados a produtos de consumo e serviços a eles agregados, fez surgir a atividade profissional das assessorias. Uma instância entre os veículos de comunicação e as empresas, para alimentar o noticiário de jornais, revistas, rádio e televisão.


O trabalho de assessoria de imprensa, desde os primórdios, se baseia em critérios de noticiabilidade. Busca, filtra e edita informações relevantes ao veículo-alvo. Planeja e sugere pauta, acompanha a dinâmica dos veículos, identifica o que interessa a cada um e a frequência de conteúdos e enfoques publicados nos espaços editoriais. Assessoria de Imprensa implica em relacionamento entre os profissionais. Relevância da notícia é fundamental.


Jornalismo e marketing digital – comunicação integrada


A convergência midiática, que altera a relação entre as tecnologias da informação e seus conteúdos, impacta diretamente a forma de prestar serviços de Assessoria de Imprensa.  Exige percepção e habilidade profissionais, na perspectiva de um mercado cada vez mais multimídia.


Exemplo dessa adequação aos novos tempos é a Agência Amigo (www.agenciaamigo.com.br), que há 25 anos atua no relacionamento dos seus clientes com o meio jornalístico. Desde o início, optou pelo atendimento tailor-made, nos moldes de uma autêntica alfaiataria. Do briefing ao clipping, o assessorado conta com pessoas em carne e osso, habilidosas e experientes, que se valem dos recursos simplificadores de processos sem cair na robotização insípida e impessoal.


O zelo pela qualidade dos textos jornalísticos, na forma e no conteúdo, somado à presteza do atendimento, fizeram da Agência Amigo referência em credibilidade, eficiência e eficácia em resultados. “Cultivamos o respeito aos profissionais e decisores de pautas, por meio da oferta de enfoques e conteúdos consistentes, fundamentados no critério de noticiabilidade”, salienta o jornalista Luiz Henrique Miranda, fundador e diretor geral da empresa.


Por conta do conhecimento acumulado e atuação continuada, elegeu a ampla cadeia dos negócios do turismo como core business. No portfólio, figuram empresas de cruzeiro marítimo, aéreas, operadoras, consolidadoras, locação de automóveis, meios de hospedagem, seguros de viagem e plataformas digitais integradoras de sistemas nas diferentes especialidades da indústria do turismo.


Na área institucional, exibe longa atuação no atendimento à Abav Nacional, Abracorp, ABIH, Abraturr, Abremar, Braztoa, Idestur, Sindetur, Sindepat e Skål Internacional, entre outros. Abav Expo, Fórum Abracorp, Fórum Eventos, Prêmio Caio e Prêmio Top Destinos Turísticos exemplificam divulgações pontuais e coberturas de eventos relevantes no trade turístico.


Mídias Parceiras


Em tempos de content marketing e intercomplementaridade, a Agência Amigo estendeu seu campo de atuação para além das mídias espontâneas. Passou a utilizar serviços de terceiros para oferecer, aos seus clientes, matérias especiais e sob medida, que são impulsionadas junto a veículos de notória credibilidade e grande audiência. Em harmonia com a ética e os princípios de compliance, formata ofertas midiáticas com ROI garantido e elevado.


O diretor Geral da Agência Amigo, Luiz Henrique Miranda, acredita que o país, a despeito de dificuldades ainda remanescentes, está prestes a entrar num círculo virtuoso, onde a atividade turística se destaca. “A matriz econômica do Turismo impacta direta e indiretamente vários setores. Daí o portfólio da agência incluir atendimento às empresas fornecedoras dos produtos e serviços (b2b e b2c), ofertados aos meios de hospedagem, transporte e destinos turísticos, no Brasil e no exterior”, finaliza o executivo.


O atendimento também é feito por meio do WhatsApp 11 99658-8766.



Website: https://www.agenciaamigo.com.br/

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