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Mark Carney rompe, em alto e bom som, a histórica relação entre os vizinhos EUA e Canadá
28 de março de 2025
Por Francine De Lorenzo
Muito antes de eclodir a Segunda Guerra, Churchill alertava o mundo sobre os perigos que Hitler representava. Mas foi somente após a invasão da Polônia – que expôs o fracasso da política de apaziguamento e a quase ingenuidade da Europa em acreditar que tal política seria possível – que Churchill foi ouvido.
Passado quase um século desde então, um incômodo paralelo se apresenta.
Dessa vez, quem dá o alerta não é um britânico, mas um canadense que por anos esteve entre os nomes mais relevantes do Reino Unido: Mark Carney.
O ex-presidente do Banco da Inglaterra e, agora, primeiro-ministro do Canadá foi enfático ao alertar durante uma coletiva de imprensa: “os EUA não são mais um parceiro confiável”. Carney rompeu, em alto e bom som, a histórica relação entre os vizinhos EUA e Canadá. “A antiga relação que tínhamos com os EUA, econômica e militar, chegou ao fim”, anunciou.
Para Trump, fica a mensagem: não haverá política de apaziguamento para as ameaças de anexação do Canadá.
Seria exagero comparar o presidente americano de agora com o chanceler alemão de outrora? Churchill apostou nos EUA como o reforço necessário para conter Hitler. Em quem Carney apostaria?
Enquanto a resposta não vem, do outro lado do mundo, o chefe de Comércio e Segurança Econômica da União Europeia, Maroš Šefcovic, é recebido em Pequim pelo alto escalão do governo chinês.
E as peças do xadrez mundial tomam novas posições.
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